Minha questão é saber como o ser humano pode viver melhor, e isso só a filosofia é capaz de responder...
"
Como os gregos, nós hoje achamos que uma vida mortal bem-sucedida é melhor que ter uma imortalidade fracassada, uma vida infinita e sem sentido. Buscamos uma vida boa para quem aceita lucidamente a morte sem a ajuda de uma força superior." (Luc Ferry)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Às vezes menos é mais

Sobre a premência do "sempre mais", gerando sobrecarga de informação... às vezes menos é mais. Adaptação de artigo, publicado por André Dametto na HSM Online.
 
Menos é Mais: uma nova abordagem na contramão do consumismo intelectual

O ser humano é referencial, vive comparando a si mesmo e onde está com o outro, o que explica grande parte de sua insatisfação constante. Somada esta característica ao capitalismo que nos torna instrumentos do jogo de mercado, percebe-se na sociedade atual uma crescente valorização do "mais": mais rico, mais bonito, mais inteligente, mais rápido, mais bem sucedido; uma lista interminável. Porém o mais irracional é que buscar ser "mais" em tudo, nos distancia do mais importante: a real satisfação de vida. Na sua necessidade constante de aperfeiçoamento, uma das buscas do homem contemporâneo é a de informações, através de cursos, livros, artigos e conversas.
Conceitualmente, informações são dados com significado, e apenas rotinas operacionais podem ser tomadas a partir das mesmas, o que um computador com capacidade de processamento pode dar conta. Por outro lado, as competências são conjuntos de conhecimentos, habilidades e atitudes trabalhados a partir do processamento destas informações. O que nos diferencia das máquinas é a capacidade de tomar decisões criativas, lidar com a intuição, com as experiências anteriores, e felizmente (ainda) as máquinas não podem substituir o homem.
O grande risco no mundo moderno é nos tornarmos um poço de informações, mas um deserto de competências. Seja nas vivências pessoais ou profissionais, resultados concretos são resultado da aplicação de competências, e não apenas do acúmulo de dados e informações.
Prova disso é que em alguns temas, especialmente em conteúdos mais filosóficos, é comum falarmos para nós mesmos: "Eu já passei por isso uma vez, por que errei novamente na mesma situação?" O fato é que, na verdade, nunca soubemos completamente: ou sabíamos em um nível mais primário, ou apenas tínhamos nos informado, possivelmente em alguma das mil leituras dinâmicas que fazemos diariamente.
Os autores Nonaka e Takeuchi, em sua renomada obra "Criação do conhecimento na empresa" (1997), definem o conceito da "espiral do conhecimento", segundo a qual o conhecimento avança num processo de conversão do conhecimento do dia-a-dia (tácito) em conhecimento articulado (explícito) e então internalizado (novamente tácito), tornando-se  base do conhecimento de cada indivíduo. A evolução na espiral é contínua, porém em patamares de maturidade cada vez mais elevados, ampliando assim a aplicação do conhecimento em outras áreas.
Sendo assim, é uma ilusão acharmos que seremos competentes em tudo sobre o qual colecionamos informações. Se isto fosse verdade, os taxistas seriam as pessoas mais sábias do mundo, pois estão diariamente recebendo informações de todas as formas. Conhecimento é proveniente de informações processadas, aplicadas e comparadas. Por isso defendo que, mais importante do que buscar continuamente mais e mais informações, é preciso aplicar o que já sabemos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Passos para a Gestão de Conhecimento em empresas

Vale registrar a reflexão abaixo (feita por Lars, em uma lista de discussão) acerca dos passos para se conseguir algum resultado com relação à Gestão de Conhecimento em empresas.

My 2 cents on the subject after more than a decade in the field with a 100.000+ people global company:

First.  Take IT (both as an organisation and a technology) out of the equation. KM is NOT an IT issue (security could be, but then again, the security enforced by IT should be based on a security policy defined by users/service owners or "the business"). IT is only a service organisation.
Many of us tend to start looking at solutions before we have evaluated the real need or the real goal with sharing knowledge (is it increased capacity, preparations for outsourcing, "knowledge backup", formal documentation etc?). This approach will guaranteed lead to a system or application that only IT people can love (and run)...

Second.  Any KM tool is basically just a link between people. If the users don't see the reasons for sharing knowledge - this is where you should start. It is always easier to get users on-board if the professional/personal benefit is clear. Go low-tech and put people in the same room and moderate a workshop around how you can improve as a company by sharing what you know. Set a basic taxonomy to guide the discussions and focus around what types of information you need to transfer. This will give you valuable input when selecting system candidates to support the sharing process (synchronus vs asynchronous, text vs images etc.).
[sidenote: In my experience, a lot of basic KM could actually be done using "old school" technology (like mail and shared folders) - IF the users are committed to share what they know and IF mail groups and folder structure is set up in a sensible way. If they are not, no system can make knowledge sharing happen...]

Third.  Measure what you do. And don't forget to measure and follow up on the actual sharing that any one individual participates in. I am aware of at least four global companies that use some kind of knowledge sharing metrics in their development and salary discussions with all co-workers.

Fourth.  Celebrate the heroes and take "resistors" seriously. Listen to the "this will never work"-arguments and put energy in understanding the resistance to sharing. Sometimes the arguments seem silly to us in the business - but they are still valid for the resistors. Converting a reluctant user could more often than not give you a perfect advocate for making the change...

Best of luck
/Lars

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Retendo jovens talentos... conversar, conversar, conversar

Muito importante para os diretores e gerentes de empresas atualmente:
http://www.hsm.com.br/editorias/gestaodepessoas/conversar_conversar_conversar.php

Gestão de Conhecimento, por onde começar?

Um bom lugar para um entendimento inical sobre Gestão de Conhecimento é procurar por autores como: Sveiby, K. www.sveiby.com, buscando na bilbioteca Knowledge Management, nesse site, existem alguns bons artigos.

Choo, Chun Wei é autor do livro Information Management for the Intelligent Organization (2002) que pode ser colocado com em paralelo com o trabalho de Davenport, T: Information Ecology (1997), pois ambos autores consideram a gestão da informação como a base da gestão de conhecimento... interessante para aqueles vindos da área de gestão de informação.
Nonaka e Takeuchi (1995) também são vistos por alguns como fundadores do KM.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

IHE - Integrating the Healthcare Environment - NISTRegistrySite

IHE is an initiative by healthcare professionals and industry to improve the way computer systems in healthcare share information. IHE promotes the coordinated use of established standards such as DICOM and HL7 to address specific clinical needs in support of optimal patient care. Systems developed in accordance with IHE communicate with one another better, are easier to implement, and enable care providers to use information more effectively.

UEMR team needs to consider that initiative:
IHE - Integrating the Healthcare Environment - NISTRegistrySite